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Goiás: onde há consumo há oportunidade


Goiás tem apenas 140 mil hectares com florestas plantadas, de acordo com o Relatório Ibá 2020. Mesmo assim, o estado da Região Centro Oeste atrai a atenção de investidores do setor florestal. A indústria siderúrgica e de papel e celulose, grandes consumidoras de madeira, não dão sinais de que irão diminuir a produção. O aumento na demanda fez com que o preço da madeira de eucalipto subisse nos últimos anos. O Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG) indica que em amostragem de 2019 o preço do metro estéreo (st) de madeira de eucalipto oscilava entre R$ 68 e R$ 73. A alta seguiu em 2020. E no começo de 2021, na região metropolitana de Goiás, a cotação estava em torno de R$ 90.


A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) alerta sobre os impactos significativos nos custos de produção de todas as cadeias produtivas que utilizam madeira. “Um agravante para o atual cenário é a não observação de plantio ou replantio de eucalipto em Goiás, assim alertamos que futuramente a escassez relativa desse importante insumo possa se intensificar”, diz o comunicado da FIEG, que segue: “Frente a isso, sugerimos que as indústrias intensifiquem esforços para melhorarem sua autossuficiência de eucalipto para queima, no sentido de reduzirem riscos atrelados à falta desse insumo no mercado”.


Ainda atuando dentro do setor, a FIEG oficializou um acordo de cooperação com uma empresa da Estônia. Trata-se de uma tecnologia baseada em inteligência artificial para medição de toras e gerenciamento de dados. De acordo com a informação, o processo total de medição de toras pode ficar até 15 vezes mais rápido, com controle e monitoramento digital.

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