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Presidente da Ibá afirma que investimentos no setor estão duas vezes maior


Segundo Paulo Hartung, o setor de árvores cultivadas teve investimentos dobrados, reforçando seu papel em uma economia verde. A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) registra projeções de aportes de R$ 35,5 bilhões até 2023, praticamente o dobro dos R$ 18 bilhões investidos no período entre 2016 e 2019.


O presidente da Ibá elencou alguns dos principais investimentos que estão sendo realizados por empresas do setor de árvores cultivadas no país. Entre eles estão; a fábrica de embalagem de papel da WestRock, em Três Barras (SC), que passa por um processo de ampliação, resultado do investimento de R$ 1,3 bilhão. Também em Santa Catarina, a Berneck, em Lages, está aplicando mais de R$ 1 bilhão em uma nova unidade para produção de painéis de madeira MDF, e uma das mais modernas serrarias para pinus da América Latina. A fábrica terá capacidade de produzir 1,03 milhão de metros cúbicos por ano.


Ainda no sul, a Klabin entrou na nova fase do Projeto Puma II, fábrica integrada de celulose e papel, com R$ 9,1 bilhões aplicados em Ortigueira (PR), e previsão para entrar em operação em 2021. “A CMPC, maior indústria do Rio Grande do Sul, leva adiante seu case voltado para ações ligadas à indústria circular. A companhia reutiliza quase 100% dos resíduos produzidos por ela mesma”, reforça o presidente da Ibá.


A Bracell conduz o projeto Star, um investimento da ordem de R$ 8 bilhões que deverá transformar a fábrica de Lençóis Paulistas (SP) em híbrida, com capacidade de produzir celulose comum e celulose solúvel. A LD Celulose, joint venture da Duratex com a Lenzing, no Triângulo Mineiro, inicia sua produção em 2022 já como uma das maiores e mais competitivas fabricantes de celulose solúvel do mundo.

A Suzano, por sua vez, vai investir até R$ 4,3 bilhões ainda em 2020. “A manutenção do aporte previsto para o ano faz parte do compromisso da maior fabricante de celulose do mercado mundial em prover novos produtos a partir da árvore, uma fonte renovável, reciclável e biodegradável, o que permitirá à sociedade migrar o consumo de produtos fósseis para os de fibra.”

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