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Setor florestal deve aquecer na segunda metade do ano



Um levantamento feito com 1.377 empresas apontou que cerca de 70% delas esperam que 2020 seja um ano positivo para os negócios. As participantes da pesquisa, denominada Agenda 2020 e realizada pela Deloitte, faturaram juntas o equivalente à metade da riqueza gerada no País, no último ano.


Em relação ao setor florestal, o diretor para a América Latina da Forest2Market e Grupo Index, Marcelo Schmid, aponta para um ano “morno”. “Nossa visão é de que não será um ano ruim, mas estamos longe de ter um ano excelente”, alerta Schmid. Ele avalia que o segmento de celulose, que afeta diretamente a demanda por madeira de eucalipto, ainda tem bastante madeira em estoque. “Nos últimos meses de 2019 já começaram algumas ações necessárias para virar este jogo. Então acreditamos que a partir da metade de 2020 poderemos ter uma reação mais acentuada. Vai ser um ano melhor que 2019, mas não deve ser um ano excelente”, avalia ele.


Outro ponto positivo, mas que precisa de mais celeridade segundo o diretor, é em relação a tramitação por parte dos órgãos competentes para colocar em prática os títulos verdes (green bonds). Títulos Verdes são títulos emitidos para a captação de recursos para investimentos em projetos de sustentabilidade, que visam a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. As verbas captadas na venda de títulos verdes podem ser usadas na gestão de recursos naturais como, agropecuária de baixo carbono, silvicultura e manejo florestal, conservação, restauração e recomposição de vegetação nativa, recuperação de áreas degradadas, pesca e aquicultura sustentável. “O setor florestal anda na trilha e reza na cartilha do desenvolvimento sustentável. Já existe uma legislação ambiental bem avançada e temos a previsão de pagamento por serviços ambientais em nosso código florestal e em outros diplomas legais da área ambiental e florestal brasileira. Acredito que estamos um pouco longe da definição de todos os mecanismos e de como isso vai acontecer. É preciso desburocratizar”, conclui Marcelo Schmid.

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